Academia MIS de Cultura revela a riqueza dos setores tridimensional e textual

  • 19/10/2021

Academia MIS de Cultura revela a riqueza dos setores tridimensional e textual

Mais uma palestra enriquecedora da Academia MIS de Cultura aconteceu na tarde de ontem (18/10), e foi apresentada pela servidora Eliane Vilela Antunes, responsável pelos setores tridimensional e textual do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.

A museóloga abriu a explanação enaltecendo a instituição que trabalha desde 2009, reforçando que “o acervo do MIS é um dos mais criativos e também desconhecidos”, uma referência aos tesouros guardados nos diferentes setores que, mesmo após 56 anos de fundação, continuam sendo descobertos e disponibilizados para a sociedade.

“O que tem sido muito interessante desde que iniciamos esse projeto em agosto, é a dedicação de cada responsável na preparação do conteúdo e apresentação para os colegas, com fotos, ilustrações e curiosidades que fazem a diferença, além da dinâmica demonstrar como os setores dialogam entre si”, disse o presidente do MIS, Cesar Miranda Ribeiro.

O setor textual é formado por 26 coleções de personalidades relacionadas à música, fotografia, rádio, cinema, teatro, além da coleção da Rádio Nacional, composta exclusivamente por roteiros de programas, totalizando 27 coleções. São documentos que se classificam em 15 categorias, denominadas tipos documentais, e vão desde agenda, ata, correspondência, documentos contábeis e pessoais até recorte, produção intelectual e roteiro, para citar alguns.

Já o setor tridimensional, como o nome mesmo dá a pista, é composto por objetos que apresentam volume e podem ser medidos em três dimensões, e é formado por 20 coleções, incluindo a mais recente doação do músico e violonista Garoto. Durante a explanação, fotos de instrumentos musicais, equipamentos fotográficos, cinematográficos e sonoros, mobiliário, escultura, objetos pessoais e até artigos de toalete foram projetados para mostrar a variedade do acervo tridimensional do MIS. Destaque para a máquina de escrever, marca imperial, usada por Jacob do Bandolim e que está sob a salvaguarda da instituição.

O funcionamento da Academia MIS de Cultura é restritivo aos servidores do museu, e ocorrerá sempre às segundas-feiras, quando a instituição está fechada para visitantes e pesquisadores. Semanalmente, um servidor será responsável pela palestra apresentando aos demais o seu conhecimento técnico, para melhoria da qualidade dos serviços internos e externos do MIS RJ.

Publicado em 19/10/21 por Márcia Benazzi


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