MIS RJ coloca em exposição aparelho de telefone antigo que toca canção interpretada por Emilinha Borba

  • 08/11/2023

MIS RJ coloca em exposição aparelho de telefone antigo que toca canção interpretada por Emilinha Borba

Uma ligação que atravessa gerações e chega a um telefone do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. No ano do centenário de Emilinha Borba, o MIS RJ presta mais uma homenagem à Rainha do Rádio. Um aparelho de telefone antigo, daqueles em que era preciso "discar", agora faz parte dos itens expostos na sede da Lapa. Nele, a música "Telefonista" toca na voz inigualável da cantora mais popular do século XX no Brasil. Basta pegar o telefone e "atender a ligação".

A ideia de proporcionar ao visitante uma experiência imersiva com a temática do centenário de Emilinha Borba veio do presidente do Museu da Imagem e do Som do Rio, Cesar Miranda Ribeiro.

“O primeiro objetivo era inserir o telefone antigo em algum contexto do MIS RJ. Depois, surgiu a temática da Emilinha Borba, a qual estamos trabalhando fortemente neste ano em que ela completaria seu centenário. Em conversa com o pessoal do setor técnico, vimos que era possível colocar um chip dentro do aparelho tocando a música escolhida”, relata Cesar Miranda Ribeiro.

E a canção não poderia ser outra: a marcha "Telefonista", de Peterpan e A. Monteiro. Para completar a experiência com brilhantismo, a partitura da música está exposta junto ao telefone. A homenagem simples e criativa à mulher mais popular do Brasil nos anos 50 leva o visitante uma viagem no tempo.

Homenagens do MIS RJ a Emilinha Borba

Em setembro, o Museu da Imagem e do Som e a Marinha do Brasil se uniram para uma comemoração em grande estilo pelo centenário da detentora do título de "favorita permanente da Marinha". Com o uso de inteligência artificial, drones e câmeras 360º, foi feita uma releitura do clipe da emblemática canção “Aí vem a Marinha”, protagonizado pela Rainha do Rádio, em 1954.

Afilmagem aconteceu no Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico, o maior da Esquadra Brasileira. A superprodução contou com a participação das Bandas Marcial e Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais.

Emília Savana da Silva Borba nasceu no Rio de Janeiro, no bairro de Mangueira, em 31 de agosto de 1923. Desde menina gostava de cantar e imitar as grandes cantoras do rádio, como Carmen Miranda.

Em 2005, sofreu um acidente caseiro e ficou internada no CTI. Chegou a se recuperar e retornar para casa, mas faleceu no mesmo ano após um mal súbito. Emilinha Borba teve o corpo velado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Publicado em 8/11/2023 por Fernanda Soares


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